quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Vem ai o Black Trunk Fight III - Strikers do Sul e mestre Wado estão de volta!

19 DE NOVEMBRO DE 2011 - BLACK TRUNK FIGHT III

CONFIRMADO PARA O DIA 19 DE NOVEMBRO O EVENTO QUE IRÁ CONTAR COM OS LUTADORES WILHIAN COELHO, MAIQUEL BIGOLIN, RANGEL FARIAS, FELIPE CRUZ, LEARTE AZEVEDO E WADO, QUE VOLTARÁ AO MMA!

DESTA VEZ SERÁ REALIZADO NO GINÁSIO CARLOS ALBERTO CAMPOS NUM OCTÓGONO - EM BREVE O CARD SERÁ DIVULGADO!

...
Redação WVT.

4 comentários:

Walter P. Carpes Jr. disse...

No calendário do site, está dito que o Black Trunk III ocorrerá no dia 26 de novembro. Já no cartaz, está 19 de novembro. Qual a informação correta?

Vale-Tudo Floripa disse...

Olá, Walter.

Eu entrei na página agora justamente para postar um comunicado sobre a mudança da data para dia 26.

O calendário está correto, ele sempre é atualizado antes por ser uma ferramenta mais ágil.

Abraço.

Walter P. Carpes Jr. disse...

Poxa, fiquei muito decepcionado com o Black Trunk III. E não fui o único. O pior é que eu mesmo tinha feito divulgação do evento na internet, pois acho que os eventos locais têm que ser prestigiados. Mas vamos aos principais problemas do evento:
- Pra variar, os atrasos absurdos. Poxa, anunciam o evento pras 19h30, mas as lutas só começam quase às 21h00. Além disso, deixam o povo esperando na fila, com os portões do ginásio fechado. Sorte que, desta vez, não estava chovendo. Isso é falta de respeito com quem paga e sai de casa pra assistir ao evento.
- A bagunça geral na (des)organização. Fica gente andando pra lá e pra cá falando ao celular, o público sentado no cimento e nada acontece. Aliás, pra que aquela apresentação de todos os lutadores no início do evento? Não ajuda em nada e só atrapalha a preparação dos atletas, além de atrasar ainda mais as lutas.
- O "announcer" foi uma piada de mau gosto. Fiquei com vergonha alheia várias vezes. Poxa, o cara é fraquíssimo e está sempre perdido. Errou várias vezes o nome dos árbitros, errou algumas vezes o nome do evento (chamou de Floripa Fight e de Sul Fight), trocou o nome do vencedor de uma luta e dizia sempre várias besteiras cada vez que falava alguma coisa. Foi motivo de piada de muita gente que estava lá, conforme pude constatar. Não tenho nada contra a pessoa, pois nem o conheço, mas definitivamente é preciso muito mais pra ser announcer. Entender de MMA já ajuda bastante, o que não parecia ser o caso do rapaz.
- Outra ideia terrível é botar um DJ que pensa que está numa rave. Poxa, a gente sai de casa pra ver MMA e tem que aturar aquela música de gosto duvidoso no último volume? Mesmo que a música fosse boa, não faz sentido aquele volume. Além de esperar sentado pelo evento, nem ao menos se pode conversar nem falar ao telefone, pois o barulho era ensurdecedor. Além disso, nem mesmo baixavam o som na hora em que o announcer ou qualquer outra pessoa falava ao microfone. Mal se ouvia o que falavam. E ainda tivemos que engolir aquele hip-hop gospel, sendo que era impossível ouvir a letra das músicas. O técnico de som, se havia um, fez uma lambança do início ao fim. Não falo só por mim, mas porque ouvi reclamação de muitas pessoas. Quem vai assistir a lutas, quer poder discutir e comentar. Gosto de MMA, mas não de música ruim estourando nos meus ouvidos.
- As homenagens, se quiserem fazê-las, deveriam ser feitas no fim do evento. Só atrasaram ainda mais o que já estava muito atrasado.
- E que vergonha foi aquela de ficar todo mundo esperando e o lutador ser proibido de lutar? Fiquei com pena do adversário, que estava preparado, trouxe os alunos e a família e ficou com cara de bobo, esperando por um adversário que nunca veio.
- Na entrada dos lutadores era sempre uma novela. Como a música estava alta e aparentemente não havia comunicação com os vestiários, os lutadores eram chamados e demoravam muito tempo pra aparecer. Isso quando não vinham e tinham que voltar, por causa de algum problema. Poxa, é só comprar um par de walkie-talkies e estabelecer multa pra quem for chamado e não estiver pronto.
(continua)...

Walter P. Carpes Jr. disse...

(continuação)

- Por fim, o nível das lutas foi bem abaixo do esperado. Com raríssimas exceções, as lutas foram mal casadas e a diferença de nível dos lutadores era enorme. A melhor luta, pra mim, foi a Martinus x Pedro. A do Wado x Felino foi pouco movimentada, mas pelo menos foi equilibrada e os lutadores, apesar da idade, não estavam mortos logo no primeiro assalto. As outras lutas, em sua maioria, foram muito desequilibradas. Tinha lutador ali que não tinha nível pra encarar seu adversário, o que é até bem perigoso. Três lutadores ficaram muito mal depois das lutas, depois de receberem pancadas fortes na cabeça e quase perderem os sentidos. É claro que isso faz parte do MMA, mas é arriscado demais casar lutas com lutadores de nível tão diferente. E se alguém morre no evento? Parece exagero? Não me pareceu, ao menos no sábado.
- Por fim, fiquei decepcionado que o Rangel Farias não lutou. Ele estava no card (contra o Venenoso), mas por alguma razão, a luta foi suspensa. Uma pena. Nesse caso, não é uma crítica, pois sei que isso acontece. Mas fiquei triste mesmo assim.

Bem, a intenção dessas críticas é a melhor possível. Gosto muito de MMA e sempre que posso prestigio (e divulgo) os eventos locais. Mas realmente gostaria que houvesse mais profissionalismo na organização. Os eventos são pagos e o público merece ver um bom evento. Ontem mesmo assisti ao evento "10 Minutos contra a Dengue", que passou ao vivo (de manhã!!) no Canal Combate. O evento foi organizado (em Duque de Caxias - RJ) em cima da hora, mas mesmo assim foi um sucesso e muito bem organizado. Não vi atraso e tudo transcorreu da melhor maneira possível (sem música berrando, sem atrasos, com um announcer de alto nível e com boas lutas). Vale a pena se espelhar nos eventos nacionais que são bem organizados, pois quem ganha com isso é o público e o MMA brasileiro.
Grandes abraços e até o próximo evento, torcendo que as coisas melhorem.